25 de set de 2008

oie

Tenho me divertido lendo os comentários no post anterior :D Eu não preciso vir ao blog prá ler os comentários, eu recebo por e-mail. Não, não fiquei rica, não estou na Europa (infelizmente), não troquei vocês por caixinhas. Porém tenho mesmo trabalhado muito. Estou trabalhando em 70 caixinhas que tenho que mandar prá Manaus. E tenho feito a pior parte: lixar! Ninguém merece. Olha aí a fotinha das minhas companheiras
Alguém quer vir ajudar? :P

Novidades sem ser trabalho? Huummm vejamos....
Outro dia fiz meu papel de tia e levei Camila prá tarde de autógrafos da talita Rebouças. Ela e amigas adorammm. Enquanto elas se divertiam na livraria, a tia aqui se sentou no Devassa (nome sugestivo, não?) e ficou tomando chopinho e comendo pastéis enquanto lia. Com direito a foto.

Estava terminando de ler um livro que me decepcionou.. :( Sabe aquele livro que vc vai lendo e gostando e que o final é uma tristeza perto do que poderia ser? Foi isso. O livro é "O Guardião de Memórias".

A dieta? vai bem obrigada! Faça direitinho durante o dia e acabo com ela a noite :D Mas cheguei a conclusão que não vai ter jeito, tenho que voltar a fazer exercícios. Como a esteira que tenho em casa só serve de peça de decoração, na segunda-feira começo a fazer hidroginástica. Pelo menos assim espero.

Vocês acreditam que fez 1 ano que parei de trabalhar fora? Pois é, o tempo tá mesmo passando rápido e temos que aproveitá-lo ao máximo. Posso dizer que foi o melhor ano que tive nos últimos anos. Graças a Deus tudo no lugar, tudo tranquilinho, adorando o que estou vivendo, e com planos para fazer mais.

Ontem eu fui me encontrar com uma amiga. Conheço a Waléria há quase 3 anos, nos conhecemos no Orkut e ela mora em Manaus. Está no Rio a trabalho e ontem nos conhecemos pessoalmente. Foi bão demais da conta!! Ela é um docinho de pessoa e foi uma noite muito legal.

Falando em Manaus... Não lembro se já contei aqui (minha mamória está cada vez pior), mas irmão trocou de emprego novamente (3 vezes em 1 ano), para melhor claro, e agora está trabalhando sempre fora do Rio. Já esteve em duas cidades de São Paulo e agora, daqui uns 15 dias, vai para Manaus onde trabalhará por 1 ano. Virá ao Rio apenas 1 vez por mes e ficará 5 dias cada vez que vier. Bem, vai rolar muita saudade, mas será muito bom prá ele profissionalmente. Acho que apesar da nossa saudade, será pior prá ele, porque acho que prá quem está fora de casa a situação fica mais complicada. Quem fica, bem ou mal, está no seu ambiente, tem sua casa, suas coisas a mão, os amigos... Mas tudo vai dar certo!!!

Bem, já contei bastante coisa e vou parar por aqui porque são 23:30 e eu ainda vou trabalhar até mais tarde. Prá fechar o post com chave de ouro, vou contar uma novidade. tenho tido divresas encomendas prá diversos estados, mas hoje o "Artes da Luci" recebeu sua primeira encomenda internacional \o/\o/\o/ Farei caixinhas prá um aniversário no Canadá!! Tamos chique de doer, hem?

Bejus prá todos e prometo não sumir por muito tempo. :) Bom final de semana, com muita paz e alegrias!

8 de set de 2008

é a vida e é bonita é bonita é bonita

Todos os dias quando ligo o pc, a primeira coisa que faço é ler as notícias. Muitas vezes fico desanimada com as coisas que leio. Muita coisa ruim... acidentes, mortes, roubos, falcatruas... quem saiu com quem, qual atriz deixou aparecer a calcinha... enfim...
Porém, as vezes, encontro notícias que me fazem ganhar o dia e foi o que aconteceu hoje. A reportagem é muito grande, mas vale a pena ler. Espero que vocês se emocionem e comecem bem a semana.

"Há no mundo cerca de 30 casos documentados de mulheres com a síndrome que deram à luz. Uma delas é Maria Gabriela, mulher de Fábio e mãe da pequena Valentina.
Tio, a barriga da Gabriela está dando socos. ”Foi assim, no meio de um bate-papo inocente, que o estudante Fábio Marchete de Moraes, de 28 anos, deixou escapar que ele e a mulher brincavam de “examinar” o ventre dela. Fábio não imaginava que as pancadinhas partiam de uma criança em gestação. Maria Gabriela Andrade Demate, a dona da barriga, também de 28 anos, não fazia idéia de que estava grávida. Embora estivessem juntos havia três anos, dividindo o mesmo teto e a mesma cama, Fábio e Gabriela acreditavam que o sexo entre eles fosse proibido. Seus pais nunca tinham dito, de maneira explícita, que permitiam esse tipo de intimidade. Gabriela tem síndrome de Down. Fábio é deficiente intelectual.
Foi por desconfiar do abdome saliente de Gabriela que o amigo de Fábio procurou a mãe da jovem. “Os dois vêm a minha choperia quase todos os dias e me chamam de tio”, diz Vlademir Cypriano. “Eles me contam coisas que não falam para mais ninguém.” Um teste de farmácia, comprado às pressas, não foi suficiente para eliminar a suspeita. “Mesmo vendo as duas listrinhas do exame, não acreditava que a minha filha estivesse grávida”, afirma Laurinda Ferreira de Andrade. “Levei Gabriela a três ginecologistas e nenhum deu certeza de que ela pudesse ter um bebê. Percebi que estava ficando mais gordinha. Mas achei que fosse por comer demais”. A gestação avançada, descoberta aos seis meses, gerou pânico e encheu a família de dúvidas. Até o nascimento prematuro de Valentina, transcorreram cerca de 60 dias. “Foram os mais longos da minha vida”, diz Laurinda. “Minha filha não tinha feito o pré-natal desde o início, como é recomendado. Por causa da síndrome de Down, ela poderia ter problemas cardíacos. A gravidez era de risco”.
Apesar de o processo de inclusão dos deficientes na sociedade estar distante da perfeição, Gabriela representa uma geração que tem desbravado caminhos. Quando ela nasceu, em 1980, não era comum avistar crianças Downs nos arredores de Socorro – município paulista de 33 mil habitantes fincado na divisa com Minas Gerais, onde Gabriela cresceu – nem pelas ruas de grande parte das cidades brasileiras. “Na hora do parto, perguntei ao médico: ‘Doutor, a minha filha é perfeita?’”, diz Laurinda. “Ele me respondeu: ‘O que é ser perfeita? É ter braços? Pernas? Então ela é perfeita’”.
Embora desconfiassem do diagnóstico, nenhum profissional do hospital revelou à família a deficiência de Gabriela. Afirmaram apenas que ela tinha algum “problema genético”. Ao deixar a maternidade, Laurinda procurou ajuda. “Foi um choque descobrir que a minha filha era Down. O médico me contou da pior forma possível. Disse que ela ia ter um monte de doenças, ter problemas cardíacos e ia morrer. Até que uma amiga me alertou que eu teria de escolher entre fechá-la dentro de casa ou abri-la para o mundo. Vesti a Gabriela com a melhor roupa e saí.”
A desinformação – que em parte se deve aos próprios profissionais de saúde – perpetua um mito que a ciência já derrubou. É raro, mas mulheres Downs podem engravidar. “No mundo todo, há apenas cerca de 30 casos documentados de mulheres Downs que tiveram filhos”, diz Siegfried M. Pueschel, geneticista do Rhode Island Hospital, nos Estados Unidos, um dos maiores estudiosos da síndrome.
Os homens são quase sempre estéreis. Na literatura médica, há só três casos descritos de pais Downs. Com as mulheres é diferente. “Um terço delas é fértil. Um terço ovula irregularmente. E um terço não ovula”, afirma o geneticista Juan Llerena Junior, do Instituto Fernandes Figueira, uma unidade da Fiocruz. “Hoje, os jovens que têm a síndrome estão mais expostos à vida social e ao sexo. Muitos deles trabalham, têm amigos, saem para se divertir. Antes não era assim. Eles ficavam mais reclusos”, diz Pueschel.
A postura positiva de Laurinda, mãe de Gabriela, foi determinante no desenvolvimento da filha. Gabriela deu os primeiros passos sozinha aos 2 anos e 8 meses. Na infância, tinha medo de água e de andar de bicicleta. Afogava-se na piscina, mas pulava de novo até aprender a nadar. Ao andar de bicicleta, caía. Ralava as pernas. Subia de volta e pedalava. Apesar dos hematomas que ganhava nas aulas de judô, lutou para chegar à quarta faixa. Gabriela resistiu aos golpes – e revidou –, a ponto de pendurar uma medalha no peito. Dançou balé. Foi rainha de bateria de escola de samba e tocou tamborim numa ala dominada por homens. Gabriela fica indignada por não dirigir. “Se todo mundo pode, por que eu não posso?”, diz. Em Socorro, cidade do interior paulista onde vive, ela é mais popular que o prefeito. Todo mundo conhece um pouco de sua história.

Gabriela cresceu longe do pai, aprendendo com a mãe e os dois irmãos a não se conformar. “Um deficiente não rende se for poupado. Teria sido mais confortável ser uma mãe superprotetora. Mas eu decidi criar minha filha para o mundo”, afirma Laurinda. Até se descobrir grávida, Gabriela não parava quieta. Fazia aulas de equitação e treinava musculação. Foi na adolescência que ela começou a demonstrar interesse por meninos. Teve permissão para namorar. Para a mãe, um relacionamento estável e às vistas da família poderia afastá-la de eventuais aproveitadores.
O primeiro eleito de Gabriela foi Eric, um colega Down da Apae. O namoro correu bem durante anos. Até que Fábio, um amigo de infância que voltou a freqüentar a instituição, embaralhou a cabeça dela. Gabriela o paquerou. Ele resistiu. Gabriela insistiu. Fábio cedeu. Durante dois meses, Gabriela levou os dois namorados em banho-maria. O triângulo amoroso terminou quando Laurinda exigiu que a filha tomasse uma decisão. A opção dela por Fábio fez Eric virar uma fera. Os dois rapazes chegaram a se pegar numa festa de aniversário. Fábio ainda sente ciúme quando Gabriela encontra antigos colegas da Apae. Eric faz cara feia quando cruza o rival.
Em pouco tempo, Fábio e Gabriela estariam morando juntos. Não foi nada cuidadosamente planejado. O casal tinha dois quartos montados. Um na casa da mãe dele, a oficial de Justiça Benedita Aparecida Marchete, no centro de Socorro. Outro no sítio de Laurinda. Os 5 quilômetros que separavam as duas residências se mostraram distantes demais para os namorados. “Gabriela trouxe suas coisas aos poucos”, diz Benedita. “Um dia vinha dormir em minha casa e deixava algumas peças de roupa para trás. No dia seguinte, trazia mais. Ela foi ficando”.
As famílias de Fábio e Gabriela acharam prudente não separar o casal. Laurinda foi criticada. Mexeriqueiros da cidade comentavam que ela havia “largado” a filha. Alheios ao que os outros diziam, Fábio e Gabriela se tornavam mais e mais cúmplices. Ela faz questão de cuidar da saúde dele. Fica brava se a sogra tenta se antecipar e dar o anticonvulsivo diário para o filho. É Gabriela quem escolhe as roupas, faz a barba e lava os cabelos negros de Fábio. Ele não deixa por menos. Os 4 graus de hipermetropia fizeram Gabriela tão dependente de óculos que ela não os tirava do rosto nem para dormir – e não permitia que ninguém tivesse essa liberdade. Fábio contornou a mania. Todas as noites, espera Gabriela pegar no sono para tirar os óculos de seu rosto e soltar seus cabelos longos, lisos e loiros. Só depois ele adormece.
A chegada de Valentina, hoje com 5 meses, mudou a rotina de toda a família de Gabriela. O tio Frederico, estudante de Artes Cênicas na mineira Ouro Preto, visita Socorro com mais freqüência. Outro tio, Júnior, um dentista cheio de pacientes nas redondezas, costuma abrir espaço na agenda para zelar pela sobrinha. A avó Laurinda passou a viver com a neta. Deixou para trás um confortável sítio para morar a 70 metros da casa da filha e do genro. Tudo para que Valentina cresça junto dos pais. Apesar de viverem com a mãe dele, Gabriela e Fábio não passam um dia longe da menina. Sob a supervisão da avó Laurinda, Gabriela dá mamadeira, troca fraldas, brinca e cuida de Valentina. Fábio não costuma pegar a filha no colo porque ainda tem receio de derrubá-la. No bolso, carrega todo orgulhoso um celular com a foto de Valentina. “Ela vai aprender a chamar o meu nome”, diz.
Fábio nasceu de cesariana. Dois dias depois, começou a apresentar problemas respiratórios. Passou uma semana na incubadora. “O neuropediatra disse que ele deve ter tido uma queda abrupta de açúcar ou cálcio. Como não conseguia respirar, o lado esquerdo do cérebro foi afetado”, afirma Benedita. Fábio começou a andar depois dos 2 anos. Tem problemas motores e na fala. Sua dificuldade com as palavras (somada ao descaso de uma funcionária do cartório de Socorro) atrasou quase três meses o registro do nascimento de Valentina. Fábio não conseguia pronunciar seu endereço e o nome completo da menina: Valentina Andrade Demate e Marchete Moraes. O caso precisou parar na Justiça para que Valentina tivesse o nome do pai e da mãe na certidão. Como Fábio não sabe escrever, Gabriela assinou o documento.
Valentina não tem síndrome de Down. Segundo Laurinda, os médicos também descartaram a hipótese de a menina ter herdado as características de Fábio, já que a deficiência dele não teria origem genética. “A probabilidade de uma mulher Down gerar um filho com a síndrome é de 50%”, diz o pediatra Zan Mustacchi, responsável pelo Departamento de Genética Clínica do Hospital Infantil Darcy Vargas, em São Paulo. Pelo menos metade dos embriões Downs não chega a nascer. Terminam em abortos espontâneos.
Estima-se que sul-americanas têm, em média, um bebê Down para cada 600 nascidos vivos. Grande parte do risco está relacionada à idade materna e é maior no início e no final da vida reprodutiva. “Sempre se falou sobre a ‘culpa’ da mulher. Hoje, sabemos que em 20% dos indivíduos Downs o material cromossômico a mais veio do pai, não da mãe”, diz Mustacchi.
Esclarecer os mitos sobre a síndrome traz benefícios à sociedade. Há cinco décadas, os Downs raramente chegavam à idade adulta. Problemas cardíacos congênitos que afetam quase metade deles e não eram diagnosticados, aliados à baixa imunidade não tratada, antecipavam-lhes a morte. Fatores como assistência médica mais eficaz e específica e maior inserção social contribuíram para que a expectativa de vida saltasse para 56 anos, em média. No Brasil, pelo menos 300 mil crianças, adolescentes e adultos têm a síndrome. Mais de 5 mil bebês Down nascem no país a cada ano."

5 de set de 2008

para quem gosta de automobilismo...

... uma ótima notícia e um bom motivo prá fazer a malas e ir á Inglaterra: um museu fantástico!!!

Essa é a foto da entrada onde está meu amado Senna :)


placa dos 10 anos sem senna....


placa do capacete de senna e fangio...



o carro da volta perfeita em 1993...
vc não lembra que volta é essa????
Senna largou em 4º, caiu pra 5º na primeira curva, e já na primeira volta estava lá, em primeiro, passando por Andretti, Wendrigler, Schumacher, Hill, e Prost. Mesmo possuindo um motor com 100 cavalos a menos que o Renault V10 da Williams de Prost. Foi criada uma placa, no local, em homenagem ao brasileiro, como “a melhor primeira volta da história”.
então reveja e aproveite.....
e o que os outros acharam disso ?
aqui a reportagem completa sobre o novo museu. há dois links prá fotos.