20 de dez de 2011

Missão Especial de Natal e um diálogo para pensar....


Final de semana eu assisti, pela primeira vez, Missão Especial de Natal (Hogfather - 2006)

Sinopse: Na cidade de Ankh Morpork, a mais importante cidade do Discworld (na opinião do Morporkianos, e que outra opinião vale a pena considerar?) começou o Hogswatch - um festival de inverno de celebração e presentes, o que talvez o faça lembrar de outro festival em algum outro mundo. O Hogfather - um homem alegre, gordo e vestido de vermelho - está distribuindo os presentes em seu trenó voador e todas as crianças esperam para ouvir-lo bater no telhado. Mas neste Hogswatch, elas podem ter que esperar um pouco ... Alguém, ou algo assim, quer o Hogfather fora do caminho. E se você é uma personificação antropomórfica, você não pode ser ajudado por seres humanos - mas talvez um, digamos "colega", poderia ajudar. E assim a Morte (dublado por Ian Richardson), o seu servo Albert (Sir David Jason) e sua neta (não pergunte), Susan (Michelle Dockery) saem para salvar o dia, er... à noite. Mas enquanto eles estão fazendo isso, o temível senhor Teatime (Mark Warren) da Guilda dos Assassinos e sua equipe, que inclui o inapto mago estudante Sr. Sideney (Nigel Planer) e brutamontes Banjo (Stephen Marcus) pôs em marcha um plano diabólico, o que significa muito, muito mais do que apenas o fim do Hogswatch ... (daqui)

Eu gostei muito, mas escrever esse post, não foi só para falar do filme, mas sim de um diálogo que acontece entre a Morte e sua neta, que salvaram Hogfather e o Hogswatch (Papai Noel e o Natal). Se você for assistir o filme e quiser surpresa, não leia.

neta para o avô: - Quer dizer que os humanos precisam de fantasia para tornar a vida suportável?

- Não. Humanos precisam de fantasia para serem humanos. Para estarem onde o anjo caído encontra o macaco em ascensão.

- Como Fadas do Dente, Hogfathers?

- Sim, para exercitar você tem que começar aprendendo pequenas mentiras.

- Para acreditar nas maiores?

- Sim. Justiça, compaixão, dever, essas coisas...

- Mas não são a mesma coisa?

- Você acha que não. Então, passe o Universo por um moedor até obter o pó mais fino que puder; filtre com o filtro mais fino que encontrar, e me mostre um átomo de justiça, uma molécula de compaixão, e ainda assim... você quer viver como se houvesse uma ordem utópica no mundo, como se houvesse justiça no universo com a qual se pode realmente contar.

- Mas as pessoas precisam acreditar nisso, senão qual o sentido?

- Você tem que acreditar em coisas que não são verdadeiras. De que outra maneira elas poderiam existir?

Pois é....

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